
"Robusto, o ser humano... porque tanto me vigia?
Não bastará o encaminhar triste que tanto nos têm dado?
Ainda que aqui só, nada tenho para me defender,
a não ser as minhas asas que me ajudam a encontrar o
que por vezes, se torna impossível. Acredito que o medo em nós,
por vezes não se chegue a instalar... uma sobrevivência doida, basta um olhar e ... nada feito! É tarde! Qualquer canto e recanto é o mais que suficiente para poder criar e recriar. - Ainda olha fixamente, porquê? - São humanos, ganham do dinheiro... têm habitações permanentes e médicos coerentes. Comida cozinhada e temperada. Ainda assim o que nos inveja? Se são eles que têm tudo. " - eu apaixonada pela aquela ave, sonhando o meu próprio voo, sublinhando nas arvores, o quanto sou livre... mas não me livro de ser infeliz.